sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Hiportireiodismo x Hipertiroidismo



Hoje vim falar de algo que faz parte da minha vida há um bom tempo tenho hipotireoidismo e faça trotamento desde os 9 anos de idade que foi a época onde foi feito o diagnostico.essa doença tratada o paciente leva uma vida normal mas o sintomas dela pode ser confundido com outras doenças o meu diagnostico só foi feita com rapidez devido a glândula localizada no pescoço está inchada então era visível saber o que eu tinha mas isso não acontece á todos por isso vim explicar um pouco sobre o assunto! Cerca de 15% da população sofre com problemas na tireoide, o que coloca essas doenças entre as que mais atingem os brasileiros, principalmente o sexo feminino. Outro dado afirma que cinco milhões de mulheres não sabem que tem algum tipo de disfunção na tireoide por falta de conhecimento dos sintomas. 
Os maus que mais acometem a tireoide são o hipotireoidismo, o hipertireoidismo e a aparição de nódulos benignos nessa glândula. Todas essas alterações podem ser tratadas sem maiores problemas se diagnosticadas rapidamente. Contudo, como os sintomas são difíceis de detectar, uma grande parte das pessoas que sofre com problemas na tireoide não consegue identificar o problema.


A tireoide, que se localiza no pescoço, libera dois hormônios essenciais para o bom funcionamento do organismo, o T3 (tri-iodotironina) e o T4 (tiroxina). Eles regulam a velocidade do metabolismo e interferem no desempenho de órgãos importantes, como o coração, rins e também no ciclo menstrual. Por isso, qualquer disfunção na tireoide afeta várias funções vitais do nosso corpo. É importante, portanto, conhecer as principais diferenças entre as duas doenças mais comuns na tireoide: o hipotireoidismo e o hipertireoidismo


A causas mais comum do hipertireoidismo é uma doença autoimune (o próprio corpo produz proteínas que “atacam” o órgão) chamada Doença de Graves. Outra doença da tireoide chamada Bócio multinodular também pode produzir hormônios em excesso. Como causas do hipotireoidismo temos a Tireoidite de Hashimoto (também de causa autoimune), retirada cirúrgica da tireoide ou tratamento com iodo radioativo. Algumas crianças nascem com hipotireoidismo porque não têm a tireoide ou porque a mesma não funciona bem. O popular teste do Pezinho faz o diagnóstico e a criança deve ser tratada o mais rápido possível. O tratamento é para a vida toda.




Confira alguns sintomas do hipotireoidismo:

Depressão
Desaceleração dos batimentos cardíacos
Intestino preso
Menstruação irregular
Diminuição da memória
Cansaço excessivo
Dores musculares
Sonolência excessiva
Pele seca
Queda de cabelo
Ganho de peso
Aumento do colesterol no sangue

Conheça, abaixo, alguns sintomas de hipertireoidismo:

Dificuldade de dormir
Aceleração dos batimentos cardíacos
Intestino solto
Agitação
Muita energia, apesar de muito cansaço
Queda de cabelos
Calor e suor exagerado.
Menstruação irregular


Essa glândula fabrica hormônios que regem o funcionamento de todas as nossas células. Veja o que pode acontecer quando, por algum defeito, ela fica lenta ou acelerada demais.





Hipotireoidismo: essa é a disfunção de tireoide mais comum. Nela, a produção dos seus hormônios, o T3 e o T4, cai drasticamente. Na maioria desses casos, é o próprio organismo que passa a reconhecer a glândula como um elemento estranho e envia anticorpos para atacá-la. Essa situação é conhecida entre os médicos como tireoidite de Hashimoto.

O tratamento é a reposição de hormônios por meio de versões sintéticas pelo resto da vida. Os comprimidos são ingeridos diariamente, logo de manhã.


Hipertireoidismo: como o nome sugere, aqui a fabricação dos hormônios dispara além da conta. O gatilho para o distúrbio pode ser uma ofensiva do próprio sistema de defesa, que estimula a tireoide a trabalhar loucamente. Os experts chamam essa condição de doença de Graves. Outra causa do distúrbio é o excesso de iodo - matéria-prima do T3 e do T4.

Há três opções de tratamento: remédios que diminuem o ritmo da tireoide; cirurgia para remover a glândula; ou iodo radioativo, que destrói parte dela. Só o especialista, claro, poderá definir a melhor estratégia.


Veja a seguir os efeitos de cada um desses distúrbios em cada parte do corpo. 


Cérebro

Hipotireoidismo: a carência dos hormônios prejudica a ação de neurotransmissores, moléculas que asseguram a conexão entre os neurônios. Aí surgem lapsos de memória, sonolência e até depressão.


Hipertireoidismo: a sobrecarga hormonal resulta numa maior ativação dos receptores cerebrais de adrenalina, o que deixa a cabeça nos 220. Assim, ansiedade, insônia e nervosismo se tornam frequentes. 

Olhos

Hipotireoidismo: o corpo passa a reter mais líquido em algumas regiões específicas. Caso da área ao redor do olho, principalmente as pálpebras, que acabam inchadas.


Hipertireoidismo: os mesmos anticorpos que atacam a tireoide agridem os músculos da parte de trás do olho, empurrando o globo ocular para a frente. É a chamada exoftalmia. 

Cabelos

Hipotireoidismo: o processo de renovação de todas as células ocorre em marcha lenta. Nem o penteado escapa: secos e grossos, os fios caem em maior quantidade.


Hipertireoidismo: como a reposição celular é pra lá de rápida, as madeixas afinam, ficam oleosas e quebradiças e se soltam do couro cabeludo fácil, fácil. 

Tireoide

Hipotireoidismo: com a menor secreção de hormônios, a glândula definha e diminui de tamanho. Em situações extremas, chega a desaparecer.


Hipertireoidismo: o trabalho para alavancar a produção de T3 e T4 faz a tireoide crescer literalmente. Nos casos mais sérios da doença de Graves, ocorre o bócio, um aumento de volume considerável na região do pescoço. 

Coração

Hipotireoidismo: os dois hormônios da tireoide regulam a velocidade dos batimentos cardíacos. Se eles estão em falta, o ritmo do bombeamento cai. E, se nada é feito, isso pode evoluir para uma insuficiência cardíaca.


Hipertireoidismo: o batimento acelera, seja pela grande oferta de hormônios, seja pela sensibilidade aumentada dos receptores de adrenalina no cérebro - que também ajudam a coordenar as contrações do coração. 

Peso

Hipotireoidismo: moroso, o organismo retém líquido, o que ocasiona acréscimos na balança. Mas o indivíduo engorda, no máximo, mais 10% do seu peso original.


Hipertireoidismo: para conservar o metabolismo em ritmo acelerado, é preciso muita, muita energia. A queima de gordura (e até músculo) leva ao emagrecimento. 

Intestino

Hipotireoidismo: a constipação é outro sinal de que algo não vai bem pelos lados da tireoide. Com o intestino trabalhando a passo de tartaruga, as idas ao banheiro rareiam.


Hipertireoidismo: mal o alimento chega ao intestino, já é despachado: o processo de digestão acontece na velocidade de um foguete, o que contribui para diarreias. 

Reprodução

Hipotireoidismo: o T3 e o T4 também ditam o ritmo dos ciclos menstruais. No hipotireoidismo, então, eles ficam inconstantes e isso dificulta inclusive as chances de engravidar.


Hipertireoidismo: a perda de peso e a digestão atrapalhada podem comprometer a captação de nutrientes, o que, por sua vez, interfere na frequência da menstruação. 

Colesterol

Hipotireoidismo: a quantidade dessas moléculas gordurosas viajando pelos vasos sanguíneos aumenta, já que o organismo não é capaz de quebrá-las com rapidez.


Hipertireoidismo: o ritmo alucinado e a caça de energia fazem o colesterol virar combustível e ser absorvido rapidamente. Logo, os níveis da partícula no sangue baixam. 

Músculos

Hipotireoidismo: a retenção de líquido ainda repercute nos músculos, que sofrem com um maior número de cãibras e formigamentos ao longo do dia.


Hipertireoidismo: quando se soma ao nervosismo, a alta velocidade dos processos metabólicos pode provocar tremores involuntários, dores musculares e até fadiga. 

Pele

Hipotireoidismo: a renovação celular vagarosa torna a pele ressecada e propensa à descamação. Além do aspecto envelhecido, ela também pode ficar mais gelada.



Hipertireoidismo: a temperatura corporal tende a subir acima da média e esse calorão tem impacto sobre as glândulas sudoríparas e sebáceas. O suor excessivo vem junto da pele oleosa.


Espero que o post tenham sido esclarecedor! Bjs

2 comentários:

Veja Também